Não sei o que faço; tampouco, o que escrevo.
O MEU VÔMITO
Estou com tanto sono;
não sei mais o que faço,
não sei se estreito esse laço
ou se simplesmente o abandono.
Estou com sono, é fato
tal qual a abstinência
de caráter ou de decência
que me pega em flagra no ato.
Se intelecto de cu é rola,
esta merda é minha escolha
basta, apenas, seguir o caminho.
Pão com ovo, arroz com feijão;
desvendei o mistério da concepção:
ninguém no mundo trepa sozinho!
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