quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Por dentro da Raimundologia

Eu subi num pé de Cajueiro só pra ver o meu amor passar;
Eu subi num pé de Cajueiro e esse Caju eu vou chupar.
Ah, esse Caju eu vou chupar;
Ah, e a castanha dou pro meu amor.
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Minha mulher um dia foi peidar, mas o puteiro de Pedreira já fedia pra danar;
Ela tinha medo de pegar na minha piroca e eu dizia "Maricota, pega aqui que eu vou gozar";
Ente as pernas tem um cu e uma buceta, vou meter na tarraqueta só pra ver no que vai dar.
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Falar da vida alheia? Mas que coisa feia!
Sempre que tu me aperreia me dá vontade de te crancar;
Quer se entregar? Então se entregue! Me ilumine mas não me cegue;
Em inglês, ovo é egg; Besteira, pra quê mudar?
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Certa vez disse véia Tonha "Doido, só cresce quem sonha"
Então me dê essa maconha pra eu ficar doido, doidão;
Vamos logo, essa é a hora e eu não vim aqui pra brincar.
Mais um segundo e a gente estoura, aumentando a pressão lá fora;
Hoje somos os doidos de agora: é uma questão fumófita (ramo querido da Herbocinética).
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Ela gosta de saco grande porque, quando balança, enche o cu de terra.
Opa! Peraí, caceta!


(Cajueiro Rio das Pedras/ Herbocinética/ Opa! Peraí, caceta!)

Desplugue sua mente.

Desplugue sua mente.
Viva a vida fora da prisão eletrônica.