Os meus olhos... Pares de olhos tão profundos que amargam as pessoas que fitar. Que faço eu? Não sei, mas penso. Afinal, não há nada mais insensato do que negar a experiência, e a própria experiência me fala aos prantos. Caminho? Já não sei se meus pés estão a andar para frente. Só sei que meu silêncio fala de tristeza. Nunca fala por falar. Por vezes, sou Dionísio; por vezes, sou o crucificado.
Se eu pecar, basta me arrepender depois.
Se eu pecar, bastará me arrepender depois?