quinta-feira, 12 de maio de 2011

Coágulos

Os meus olhos... Pares de olhos tão profundos que amargam as pessoas que fitar. Que faço eu? Não sei, mas penso. Afinal, não há nada mais insensato do que negar a experiência, e a própria experiência me fala aos prantos. Caminho? Já não sei se meus pés estão a andar para frente. Só sei que meu silêncio fala de tristeza. Nunca fala por falar. Por vezes, sou Dionísio; por vezes, sou o crucificado.


Se eu pecar, basta me arrepender depois.
Se eu pecar, bastará me arrepender depois?

Desplugue sua mente.

Desplugue sua mente.
Viva a vida fora da prisão eletrônica.